Existe vida após a morte?
Existe vida após a morte? Pronto, está lançada a mais antiga pergunta da história da humanidade. O fascínio pelo além é tão grande que tem motivado debates e especulações por milênios. Para nós, cristãos, essa é uma pergunta fácil de responder, uma vez que o próprio Jesus nos afirmou que existe (João 14.2). Mas e para quem não tem fé em Cristo? Nesse caso, a dúvida pode se transformar em angústia. É o caso do personagem de Guy Pearce em “Atos que desafiam a morte”.
Um ponto que merece destaque é a transformação que a pilantra interpretada por Catherine sofre após encontrar em Houdini o objeto de seu afeto. O amor transformador faz com que ela passe do charlatanismo para a sinceridade. Soa improvável, mas ela adota a honestidade como nova linha de conduta.
“Atos que desafiam a morte” começa numa direção e acaba em outra. No início, promete ser uma história de golpes, esquemas e enganos, mas, de repente, vira um romance açucarado. E, com isso, perde parte de sua intensidade. Acaba que o longa-metragem não corresponde às expectativas e fica muito aquém do que poderia. Mas pode provocar umas boas reflexões sobre a infinitude da alma e a possibilidade de redenção.
Maurício Zágari Tupinambá
Jornalista
Professor de Teologia Prática e Filosofia
Equipe CINEGOSPEL
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Os filmes são avaliados mediante a análise de suas qualidades artísticas e técnicas e, principalmente, de sua compatibilidade com a fé cristã.
















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