A morte pede carona * Crítica

17 08 2007

A morte pede carona Se não existisse não deveria ser inventado

Muitos dos nossos irmãos em Cristo são taxativos quanto ao cinema. Para eles, todo e qualquer filme é um passaporte para o pecado e comprar um ingresso é motivo para disciplina. Sempre discordei disso. Acredito que a sétima arte pode ser uma poderosa ferramenta na mão de pessoas bem intencionadas, que pode influenciar para o bem, instruir, entreter (se divertir não é pecado, é?), contar histórias, edificar espiritualmente [leia mais sobre isso aqui]. Mas ao ver A morte pede carona, abaixo a cabeça e dou a mão à palmatória: tem muita coisa (enfatizo a palavra ”coisa”) que chega às telas que simplesmente não deveria existir.

A morte pede carona 1Objetivamente: A morte pede carona é um filme dedicado a quem se diverte com assassinatos, sadismo, medo, sexo casual, sexo sem proteção e sexo sem conseqüências; com medo e irresponsabilidade. Não é um ”entretenimento” como este que Deus tem em mente para o seu povo. Procurei, esquadrinhei, releti mas não consegui encontrar absolutamente nada neste longa-metragem que fosse útil a um cristão. É uma produção que jaz no maligno.

A premissa é simples: um casal dá carona numa estrada a um maníaco-homicida, que passa a persegui-los obsessivamente. Uma história doentia, réproba, e devemos orar para que fature pouco nas bilheterias. Só assim Hollywood investirá em mais filmes edificantes, a que todos nós possamos assistir sem medo de sermos tachados de pecadores.

Maurício Zágari Tupinambá

 

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