Treinando o papai * Crítica

10 04 2008

the-game-plan-poster.jpg Clap, clap, clap…

O jogador de futebol americano Joe Kingman (The Rock) é um solteirão convicto, rico, famoso e que está na the-game-plan-1.jpgfase áurea de sua carreira. Dedicado ao campeonato e a contratos milionários de negócios e publicidade, só o que ele não precisa é de uma distração. Mas tudo muda quando aparece em sua porta a pequena Peyton Kelly (Madison Pettis), com uma certidão de nascimento em punho. Sim, ela é filha do grandalhão, fruto de um encontro com sua ex-mulher. Agora, o esportista tem que encarar a paternidade inesperada e indesejada na hora mais imprópria possível. Alguma dúvida de que ele não vai resistir ao charme da filhota?
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the-game-plan-2.jpg“Treinando o papai” é um filme encantador. Lançado como um longa-metragem para a família, cumpre com louvor seu papel. É ao mesmo tempo bonitinho, emocionante e muito, mas muito engraçado. Madison é um caso a parte: de tão fofa, dá vontade de levar para casa. A produção tem suas falhas, claro. The Rock interpreta, como sempre, o papel de… The Rock. Não está muito diferente de suas outras atuações. Mas cumpre bastante bem aquilo a que se presta. As cenas dos jogos de futebol americano são fracas, tão artificialmente coreografadas que chega a incomodar um pouco.
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the-game-plan-3.jpgEste é um filme óbvio. Só de ler a sinopse acima você certamente já sabe como vai acabar. Mas aqui o final não importa. É o durante que interessa. E, no durante, a paternidade é exaltada. A amizade ganha destaque. Os verdadeiros valores estão sob os holofotes. A abnegação ganha o primeiro lugar, em detrimento do egocentrismo. E tudo isso em meio a gargalhadas e uma ou outra lágrima. É um bom filme para adultos e crianças: palmas para ”Treinando o papai”.

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Maurício Zágari Tupinambá
Jornalista
Professor de Teologia Prática e Filosofia

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