Grindhouse – À Prova de Morte * Crítica

5 06 2008

grindhouse-1.jpg Cresça, Tarantino!

Pense bem: o que faz um filme ser bom?

Pensou?

grindhouse-3.jpgSe o que veio a sua mente foi ”um bom roteiro”, ”grandes atores”, ”uma história que toque na nossa sensibilidade”, ”um mergulho profundo na alma humana”, ”mensagens edificantes” ou algo do gênero, passe longe de “Grindhouse – À Prova de Morte”. Este é um longa-metragem que só vai interessar a quem pensou ”violência”, ”morte”, ”dor”, ”mulheres seminuas”, ”tiroteios”, ”sangue”, ”uma história banal”, ”mais violência”, ”explosões” e coisas do gênero.

grindhouse-5.jpgDirigido pelo mestre da violência gratuita, Quentin Tarantino, a produção mostra um dublê (Kurt Russell) que persegue garotas pelas estradas num carro ”à prova de morte”. Que argumento, não? Muito violento, muito escatológico, muito feito para chocar. Pouco conteúdo.

grindhouse-2.jpg“Grindhouse – À Prova de Morte” é o que acontece quando se dá uma câmera e muito dinheiro nas mãos de um cineasta que tem sérios problemas psicológicos. Vá lá, em ”Kill Bill” pelo menos a violência era caricatural, em homenagem aos antigos e ridículos filmes de kung fu. Em ”Um drink no inferno”, a pancadaria era contra vampiros. Era irreal. Dava pra se relevar como ficção explícita. Mas, agora, Tarantino fez um filme vazio, bobo e violento. A troco de nada. Já está na hora de Tarantino sair da puberdade e começar a fazer cinema de gente grande.
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Maurício Zágari Tupinambá
Jornalista
Professor de Teologia Prática e Filosofia

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2 responses

5 06 2008
* * * C I N E G O S P E L * * * Cinema do ponto de vista cristão †

[…] Grindhouse À prova de morte […]

9 08 2008
* * * C I N E G O S P E L * * * Cinema do ponto de vista cristão †

[…] ● Grindhouse – À Prova de Morte […]




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